quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Avaliação Heurística

Avaliação Heurística

A avaliação heurística é um método tradicional de avaliação de usabilidade e que permite uma avaliação contínua do processo, com baixo custo. O método foi utilizado pela primeira vez em uma interface Web em 1994, num estudo para o Web site da Sun Microsystems. Este método foi desenvolvido por Nielsen e Molich e consiste da inspecção sistemática da interface do usuário com relação à sua usabilidade. Basicamente um avaliador interage com a interface e julga a sua adequação comparando-a com princípios de usabilidade reconhecidos, as heurísticas.
Os critérios de usabilidade são relacionados a princípios e guidelines e podem ser seleccionados ou derivados deles. Um conjunto de critérios inclui:

1. Diálogo simples e natural;
2. Fala a língua do usuário;
3. Minimizar a carga cognitiva do usuário;
4. Consistência;
5. Feedback;
6. Saídas marcadas claramente;
7. Atalhos;
8. Mensagens de erro precisas e construtivas;
9. Previne erros;
10. Ajuda e documentação.
   
Como certamente um só avaliador não irá encontrar todos os problemas de uma interface, idealmente são utilizados vários.  Cada avaliador deve realizar a sua inspeção individualmente e somente depois de todas avaliações terem sido concluídas, os avaliadores podem se comunicar. Este cuidado é importante para garantir avaliações independentes e sem influências. 




segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Normas de Usabilidade

Normas de usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem usar uma certa ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. A usabilidade também pode - se referir aos seus métodos de mensuração e ao estudo dos princípios que estão por trás da eficiência percebida de um objeto.
A usabilidade está diretamente ligada ao diálogo na interface e a capacidade do software em permitir que o usuário alcance suas metas de interação com o sistema. Ser fácil de se aprender, permitir uma utilização eficiente e apresentar poucos erros, são os aspectos fundamentais para a percepção da boa usabilidade por parte do usuário. Mas a usabilidade pode ainda estar relacionada com a facilidade de ser memorizada e ao nível de satisfação do usuário.


Modelos de informação:

Modelos de informação: usado para definir uma visão que está orientada a um certo tipo de objectos de um sistema que é gerenciado através de interfaces. É baseado na organização, interacção e restrições das diversas entidades reais intervenientes num processo de geração.

Para gerenciar uma certa rede, é necessário que se conheça as características dos sistemas componentes da rede e dos recursos a serem gerenciados. O modelo de informação cria um certo padrão para as informações de gerência que são trocadas entre esses elementos através de interfaces padrão. O sistema de gerência é chamado de sistema gerente enquanto os sistemas gerenciados são chamados de sistemas agentes.

A Arquitetura de Informação:

A arquitetura de informação é a necessidade de organizar e de se mostrar certas ideias que nos são transmitidas pelos meios de comunicação. Envolvendo a análise, o design e a implementação de certos espaços que nos transmitem informações como bibliotecas, sites, bancos de dados, entre outros tipos de meios de informação.
A pessoa que criou a expressão “arquitetura de informação” foi o arquiteto Wurman nos anos 60. Uns anos mais tarde, nos anos 90, quando a internet atinge o seu auge, existe uma necessidade de se criar um certo nome que permita a organização das ideias expostas num local.
 A arquitectura de informação pode ser vista como a junção de três campos tradicionais:
·           A tecnologia;
·         O design;
·         O jornalismo/ redação.
Por se considerar o campo da Arquitetura de Informação ainda está no início da sua definição, por isso ainda existe debates para identificar o seu principal objectivo.